sexta-feira, 2 de agosto de 2013

História do mangá

Os mangás tem suas raízes no século VIII d.C nos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. A partir da metade do século XII, surgiram os primeiros emakimono com estilo japonês (Genji Monogatari Emaki). E no período Edo que os rolos são substituídos por livros.

 Exemplo de Genji Monogatari Emaki (emakimono)

Os mangás não tinham sua forma atual, que surgiu no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa.
Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.

Osamu Tezuka foi o artista que marcou a história dos mangás. A partir dele muitas das características faciais foram atribuídas aos personagens para aumentar a expressividade. Sem falar que as histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.
Inicialmente os mangás tinham como público-alvo crianças e jovens, mas a partir dos anos 60 os roteiros começaram a abordar outros temas. Sendo assim, os mangás cresceram juntamente com seus leitores e foram se tornando mais aceitos culturamente.

Hoje, a edição de mangás representa ais de um terço da tiragem e mais de um quarto dos rendimentos do mercado editorial em seu país de origem, abortando diversos temas como desde a vida escolar, amor, medo, guerras até a história do Japão, economia e finanças.

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